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O mercado de trabalho de Osasco/SP de abril/23 e abril/24

10/06/2024 10:23:00

Desde 2020, a Secretaria de Planejamento e Gestão - SEPLAG tem publicado edições do relatório “Estatísticas do emprego formal em Osasco”, elaborado a partir dos registros do Novo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério da Economia). O relatório será divulgado mensalmente ou conforme os registros do Novo CAGED forem disponibilizados.

Quanto ao saldo no período: ainda que nos meses de maio/23, dezembro/23 e janeiro/24 tenha sido registrada queda no saldo de empregos, de abril de 2023 a abril de 2024, o resultado segue positivo.

Quanto às movimentações de admissão e demissão em 2024: de janeiro/2024 e abril/2024, o saldo foi de 1.820, correspondendo à variação relativa de 0,98%. Em abril/24, todos os setores de economia somaram 35.436 admissões e 33.616 desligamentos.

Quanto ao estoque: o número total de empregos em Osasco apresentou um aumento de 2,01% de abril/23 a abril/24, com estoque de 187.772 empregos.

Quanto ao setor da economia mais relevante: no período de um ano (abril/23 a abril/24), destacaram-se no mercado de trabalho as atividades econômicas do setor de Serviços, com saldo acumulado de 1.818 vínculos empregatícios. Em março/24, o saldo no setor foi de 1.167. O setor de Construção também contou com resultado positivo na diferença entre admissões e demissões, registrando 1.103 empregos.   

Quanto à análise detalhada por sexo, grupos de idade e escolaridade: o saldo de empregos assumidos por mulheres de 1.926 no período, enquanto que o balanço das vagas ocupadas por homens foi de 1.831 no acumulado. Entre abril/23 a abril/24, os destaques foram os grupos com idade entre 18 e 24 anos, que registrou saldo acumulado de 5.083 empregos, e o que possui ensino médio completo, o saldo acumulado de 3.088 empregos. Os trabalhadores com 50 a 64 anos registraram perda de -922 postos de trabalho durante o período, sendo os mais afetados por demissões.

Veja as estatísticas completas na seção Publicações, no item "Estudos Demográficos e Socioeconômicos" e visite a página da SEPLAG para acompanhar os estudos e análises que a Secretaria de Planejamento de Osasco vem realizando sobre o impacto da pandemia de COVID-19 na cidade.

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CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS SOBRE O NOVO CAGED

 

Em dezembro de 2019, a geração de estatísticas do emprego formal iniciou uma transição para que o empregador deixasse de prestar informações nos sistemas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e passasse a usar o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Em 2020, apresentou-se uma nova metodologia de captação de dados para a produção dos índices do CAGED, tendo como fontes declarações realizadas diretamente no eSocial, no CAGED e, para o caso de informações não encontradas em nenhum destes sistemas, declarações realizadas no Empregador Web. Dada essa complementação de fontes, esse indicador foi chamado de indicador híbrido, diferenciando-se da metodologia anterior em que as informações eram captadas de uma única forma. Atualmente, a gestão do eSocial é exercida de maneira compartilhada entre a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT) e a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), ambas integrantes do Ministério da Economia.

 

O CAGED foi criado com a finalidade de registrar as relações trabalhistas. Já o eSocial possui um caráter mais amplo: é trabalhista, previdenciário e tributário. Outro aspecto diz respeito à cobertura de cada indicador. Enquanto que os registros temporários no CAGED são opcionais, no eSocial são obrigatórios, fato que pode alterar o volume de movimentação (admissões e demissões) dos Vínculos Formais de Trabalho (VFT). Além disso, a captação de declarações fora de prazo obedece a calendários distintos entre o CAGED (12 meses) e o eSocial (sem limite de tempo). Outra mudança metodológica relevante é a que se refere aos segmentos dos trabalhadores que devem ou não ser declarados. No eSocial todos os trabalhadores são captados, enquanto que no CAGED existe uma lista de trabalhadores que não devem ser considerados, como trabalhadores avulsos, sem vínculos empregatícios, eventuais, autônomos, estagiários, contratados com prazos determinados, ocupantes de cargos eletivos etc.

 

Entre janeiro de 2020 e outubro de 2021, a captação e divulgação dos dados do CAGED obedeceram a mesma metodologia. Em novembro de 2021, houve uma atualização que agregou declarações entregues fora do prazo de empresas do Grupo 3 do eSocial[1] a partir de Junho de 2021, excluindo movimentações informadas equivocadamente pelas empresas declarantes e adequando declarações feitas no sistema do CAGED à consolidação dos dados do eSocial. Segundo a SEPRT, o cenário de pandemia causada pela Covid-19 dificultou a autorregularização de parte das empresas.

 

Os dados relativos ao município de Osasco foram checados pela Seplag, sendo observadas mudanças em todos os meses da série com ajustes, que se inicia em janeiro de 2020. Os números aqui apresentados são os atualizados pela publicação do Novo CAGED divulgada em julho/2022.

 

Nos gráficos dos dados por atividade econômica, foram excluídos os números do segmento “Agropecuária” por apresentarem baixo volume de estoque (66 em julho/2023) e pouca variação no período considerado.   

 

[1] As pessoas físicas do grupo 3 são empregadoras e contribuintes pessoas físicas (exceto os empregadores domésticos). As pessoas jurídicas do grupo 3 são empregadores optantes pelo Simples Nacional e entidades sem fins lucrativos (não pertencentes ao 1º, 2º e 4º grupos). Fonte: https://www.gov.br/esocial/pt-br/acesso-ao-sistema/cronograma-de-implantacao

 

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O mercado de trabalho de Osasco/SP de março/23 e março/24

03/06/2024 14:10:00

Desde 2020, a Secretaria de Planejamento e Gestão - SEPLAG tem publicado edições do relatório “Estatísticas do emprego formal em Osasco”, elaborado a partir dos registros do Novo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério da Economia). O relatório será divulgado mensalmente ou conforme os registros do Novo CAGED forem disponibilizados.

Quanto ao saldo no período: ainda que nos meses de maio/23, dezembro/23 e janeiro/24 tenha sido registrada queda no saldo de empregos, de março de 2023 a março de 2024, o resultado segue positivo.

Quanto às movimentações de admissão e demissão em 2024: de janeiro/2024 e março/2024, o saldo foi de 1.801, correspondendo à variação relativa de 0,97%. Em março/24, todos os setores de economia somaram 26.017 admissões e 24.216 desligamentos.

Quanto ao estoque: o número total de empregos em Osasco apresentou um aumento de 0,7% de março/23 a março/24, com estoque de 187.753 empregos.

Quanto ao setor da economia mais relevante: no período de um ano (março/23 a março/24), destacaram-se no mercado de trabalho as atividades econômicas do setor de Serviços, com saldo acumulado de 2.210 vínculos empregatícios. Em março/24, o saldo no setor foi de 1167. O setor de Construção também contou com resultado positivo na diferença entre admissões e demissões, registrando 173 empregos.   

Quanto à análise detalhada por sexo, grupos de idade e escolaridade: o saldo de empregos assumidos por mulheres de 1.924 no período, enquanto que o balanço das vagas ocupadas por homens foi de 2.004 no acumulado. Entre março/23 a março/24, os destaques foram os grupos com idade entre 18 e 24 anos, que registrou saldo acumulado de 5.002 empregos, e o que possui ensino médio completo, o saldo acumulado de 3.769 empregos. Os trabalhadores com 50 a 64 anos registraram perda de -780 postos de trabalho durante o período, sendo os mais afetados por demissões.

Veja as estatísticas completas na seção Publicações, no item "Estudos Demográficos e Socioeconômicos" e visite a página da SEPLAG para acompanhar os estudos e análises que a Secretaria de Planejamento de Osasco vem realizando sobre o impacto da pandemia de COVID-19 na cidade.

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CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS SOBRE O NOVO CAGED

 

Em dezembro de 2019, a geração de estatísticas do emprego formal iniciou uma transição para que o empregador deixasse de prestar informações nos sistemas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e passasse a usar o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Em 2020, apresentou-se uma nova metodologia de captação de dados para a produção dos índices do CAGED, tendo como fontes declarações realizadas diretamente no eSocial, no CAGED e, para o caso de informações não encontradas em nenhum destes sistemas, declarações realizadas no Empregador Web. Dada essa complementação de fontes, esse indicador foi chamado de indicador híbrido, diferenciando-se da metodologia anterior em que as informações eram captadas de uma única forma. Atualmente, a gestão do eSocial é exercida de maneira compartilhada entre a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT) e a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), ambas integrantes do Ministério da Economia.

 

O CAGED foi criado com a finalidade de registrar as relações trabalhistas. Já o eSocial possui um caráter mais amplo: é trabalhista, previdenciário e tributário. Outro aspecto diz respeito à cobertura de cada indicador. Enquanto que os registros temporários no CAGED são opcionais, no eSocial são obrigatórios, fato que pode alterar o volume de movimentação (admissões e demissões) dos Vínculos Formais de Trabalho (VFT). Além disso, a captação de declarações fora de prazo obedece a calendários distintos entre o CAGED (12 meses) e o eSocial (sem limite de tempo). Outra mudança metodológica relevante é a que se refere aos segmentos dos trabalhadores que devem ou não ser declarados. No eSocial todos os trabalhadores são captados, enquanto que no CAGED existe uma lista de trabalhadores que não devem ser considerados, como trabalhadores avulsos, sem vínculos empregatícios, eventuais, autônomos, estagiários, contratados com prazos determinados, ocupantes de cargos eletivos etc.

 

Entre janeiro de 2020 e outubro de 2021, a captação e divulgação dos dados do CAGED obedeceram a mesma metodologia. Em novembro de 2021, houve uma atualização que agregou declarações entregues fora do prazo de empresas do Grupo 3 do eSocial[1] a partir de Junho de 2021, excluindo movimentações informadas equivocadamente pelas empresas declarantes e adequando declarações feitas no sistema do CAGED à consolidação dos dados do eSocial. Segundo a SEPRT, o cenário de pandemia causada pela Covid-19 dificultou a autorregularização de parte das empresas.

 

Os dados relativos ao município de Osasco foram checados pela Seplag, sendo observadas mudanças em todos os meses da série com ajustes, que se inicia em janeiro de 2020. Os números aqui apresentados são os atualizados pela publicação do Novo CAGED divulgada em julho/2022.

 

Nos gráficos dos dados por atividade econômica, foram excluídos os números do segmento “Agropecuária” por apresentarem baixo volume de estoque (66 em julho/2023) e pouca variação no período considerado.   

 

[1] As pessoas físicas do grupo 3 são empregadoras e contribuintes pessoas físicas (exceto os empregadores domésticos). As pessoas jurídicas do grupo 3 são empregadores optantes pelo Simples Nacional e entidades sem fins lucrativos (não pertencentes ao 1º, 2º e 4º grupos). Fonte: https://www.gov.br/esocial/pt-br/acesso-ao-sistema/cronograma-de-implantacao

 

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O mercado de trabalho de Osasco/SP de Abril/22 e Abril/23

05/06/2023 12:18:00

Em 2020, a Secretaria de Planejamento e Gestão - SEPLAG passou a investigar os impactos socioeconômicos da propagação do novo coronavírus (COVID-19), buscando também fornecer subsídios para a tomada de decisões no enfrentamento da crise em nível local. Além do relatório “A situação dos trabalhadores em Osasco no contexto da pandemia de COVID-19”, disponível na seção Publicações, no item Estudos Demográficos e Socioeconômicos, a secretaria tem publicado edições do relatório “Estatísticas do emprego formal em Osasco”, elaborado a partir dos registros do Novo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério da Economia). Mesmo com o fim da emergência de saúde pública para a covid-19, decretado pela Organização Mundial de Saúde em maio de 2023, o relatório segue sendo divulgado mensalmente ou conforme os registros do Novo CAGED forem disponibilizados.

Quanto ao saldo: ainda que nos meses de abril/22, dezembro/22 e janeiro/23 tenha sido registrada uma queda no saldo de empregos, de abril de 2022 a abril de 2023, o saldo entre admissões e demissões em Osasco foi positivo.

Quanto ao estoque: o estoque de empregos em Osasco apresentou um aumento de 5,29% de abril/22 a abril/23. No acumulado do período em questão, o município conta com 180.244 empregados formais.

Quanto às movimentações de admissão e demissão em 2023: de janeiro/2023 e Abril/2023, o saldo foi de 901, correspondendo aumento de 0,50% em relação ao ano anterior. Em Abril/23, todos os setores de economia somaram 7.480 admissões e 7.434 desligamentos.

Quanto ao setor da economia mais relevante: no período de um ano (Abril/22 a Abril/23), destacaram-se no mercado de trabalho as atividades econômicas do setor de Serviços, com saldo acumulado de 9.420 vínculos empregatícios.

Quanto à análise detalhada por sexo, grupos de idade e escolaridade: observou-se uma variação mais positiva da empregabilidade da mulher diante da masculina. Considerando o período de um ano, para o sexo feminino o saldo foi de 5.924 empregos, enquanto que o balanço das vagas ocupadas por homens foi de 4.046 no acumulado. Em Abril/23, os destaques foram os grupos com idade entre 18 e 24 anos, que registrou saldo de 325 vagas de emprego, e o que possui ensino médio completo, com saldo de 385 empregos. O perfil dos trabalhadores mais afetados pelas demissões segue sendo o de quem tem 50 anos de idade ou mais, que registra perda de 438 postos de trabalho em um ano.

Veja as estatísticas completas na seção Publicações, no item "Estudos Demográficos e Socioeconômicos" e visite a página da SEPLAG para acompanhar os estudos e análises que a Secretaria de Planejamento de Osasco vem realizando sobre o impacto da pandemia de COVID-19 na cidade.

 

CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS SOBRE O NOVO CAGED

Em dezembro de 2019, a geração de estatísticas do emprego formal iniciou uma transição para que o empregador deixasse de prestar informações nos sistemas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e passasse a usar o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Em 2020, apresentou-se uma nova metodologia de captação de dados para a produção dos índices do CAGED, tendo como fontes declarações realizadas diretamente no eSocial, no CAGED e, para o caso de informações não encontradas em nenhum destes sistemas, declarações realizadas no Empregador Web. Dada essa complementação de fontes, esse indicador foi chamado de indicador híbrido, diferenciando-se da metodologia anterior em que as informações eram captadas de uma única forma. Atualmente, a gestão do eSocial é exercida de maneira compartilhada entre a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT) e a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), ambas integrantes do Ministério da Economia.

O CAGED foi criado com a finalidade de registrar as relações trabalhistas. Já o eSocial possui um caráter mais amplo: é trabalhista, previdenciário e tributário. Outro aspecto diz respeito à cobertura de cada indicador. Enquanto que os registros temporários no CAGED são opcionais, no eSocial são obrigatórios, fato que pode alterar o volume de movimentação (admissões e demissões) dos Vínculos Formais de Trabalho (VFT). Além disso, a captação de declarações fora de prazo obedece a calendários distintos entre o CAGED (12 meses) e o eSocial (sem limite de tempo). Outra mudança metodológica relevante é a que se refere aos segmentos dos trabalhadores que devem ou não ser declarados. No eSocial todos os trabalhadores são captados, enquanto que no CAGED existe uma lista de trabalhadores que não devem ser considerados, como trabalhadores avulsos, sem vínculos empregatícios, eventuais, autônomos, estagiários, contratados com prazos determinados, ocupantes de cargos eletivos etc.

Entre janeiro de 2020 e outubro de 2021, a captação e divulgação dos dados do CAGED obedeceram a mesma metodologia. Em novembro de 2021, houve uma atualização que agregou declarações entregues fora do prazo de empresas do Grupo 3 do eSocial[1] a partir de maio de 2021, excluindo movimentações informadas equivocadamente pelas empresas declarantes e adequando declarações feitas no sistema do CAGED à consolidação dos dados do eSocial. Segundo a SEPRT, o cenário de pandemia causada pela Covid-19 dificultou a autorregularização de parte das empresas.

Com isso, a publicação de novembro/2021 apresentou uma significativa mudança nos dados. Os números do saldo líquido de 2020 foram da criação de 142,7 mil vagas para o fechamento de quase 193 mil.

Outra mudança foi observada quanto aos dados de emprego referentes a março/2022, onde se observou a redução da geração de vagas de 136,1 mil para 88,1 mil em todo o país.

Os dados relativos ao município de Osasco foram checados pela Seplag, sendo observadas mudanças em todos os meses da série com ajustes, que se inicia em janeiro de 2020. Os números aqui apresentados são os atualizados pela publicação do Novo CAGED divulgada em julho/2022.

Nos gráficos dos dados por atividade econômica, foram excluídos os números do segmento “Agropecuária” por apresentarem baixo volume de vínculos (22 em junho/2022) e pouca variação no período considerado.

    

[1] As pessoas físicas do grupo 3 são empregadores e contribuintes pessoas físicas (exceto os empregadores domésticos). As pessoas jurídicas do grupo 3 são empregadores optantes pelo Simples Nacional e entidades sem fins lucrativos (não pertencentes ao 1º, 2º e 4º grupos). Fonte: https://www.gov.br/esocial/pt-br/acesso-ao-sistema/cronograma-de-implantacao

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Estatísticas do emprego em Osasco/SP entre setembro/2021 e setembro/2022

28/10/2022 15:20:00

Desde o início da pandemia do novo coronavírus (COVID-19), a Secretaria de Planejamento e Gestão - SEPLAG investiga os impactos socioeconômicos da propagação desta doença, buscando também fornecer subsídios para a tomada de decisões no enfrentamento da crise em nível local. Além do relatório “A situação dos trabalhadores em Osasco no contexto da pandemia de COVID-19”, disponível na seção Publicações, no item Estudos Demográficos e Socioeconômicos, a secretaria tem publicado edições do relatório “Estatísticas do emprego formal em Osasco”, elaborado a partir dos registros do Novo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério da Economia). O relatório será divulgado mensalmente ou conforme os registros do Novo CAGED forem disponibilizados.

De setembro de 2021 a setembro de 2022, o saldo entre admissões e demissões em Osasco foi positivo, sofrendo um revés em dezembro de 2021, acompanhando a tendência nacional, em janeiro, março e junho de 2022. Em média, o saldo positivo foi de magnitude maior que o apurado nos meses com registro negativo. 

O estoque de empregos em Osasco apresentou um aumento de 6,4% em um ano. A partir de novembro/21, verificou-se pouca variação no total de vínculos empregatícios até julho/22, quando fica evidente uma trajetória crescente, fechando o mês de setembro/22 com 182.021 empregados formais.

No mês de janeiro/22, houve uma considerável queda no saldo de empregos, quando o balanço apontou -614 empregos formais. Em abril e maio, o saldo voltou a ser positivo e em julho o balanço volta a crescer, chegando ao saldo de 2.006 empregos em setembro/22. Quanto às movimentações de 2022, o saldo é de 6.618, correspondendo aumento de 3,77% em relação ao total do ano anterior.     

No período de um ano (setembro/21 a setembro/22), destacaram-se no mercado de trabalho as atividades econômicas do setor de Serviços, com saldo acumulado de 13.439 vínculos empregatícios. Os setores de Comércio e Serviços foram os que mais contribuíram para geração de empregos em Osasco. De dezembro/21 a março/22, esse movimento oscilou, mas o setor retomou tendência positiva em abril/22 e fechou o mês de setembro/22 com saldo de 1.839 empregos.

Na análise detalhada por sexo, grupos de idade e escolaridade, observou-se uma variação mais acentuada quanto à empregabilidade da mulher até agosto/22. No período de um ano, apurou-se um saldo ligeiramente maior dos empregos conquistados pelo sexo feminino, com 7.588 vínculos formais, enquanto que o balanço das vagas ocupadas por homens foi de 5.716 no acumulado. O perfil dos trabalhadores mais prejudicados pelo desemprego decorrente da crise econômica criada pela pandemia segue sendo o de quem tem 50 anos de idade ou mais, que registra perda de 367 postos de trabalho em um ano.

Veja as estatísticas completas na seção Publicações, no item "Estudos Demográficos e Socioeconômicos" e visite a página da SEPLAG para acompanhar os estudos e análises que a Secretaria de Planejamento de Osasco vem realizando sobre o impacto da pandemia de COVID-19 na cidade.

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O mercado de trabalho em Osasco/SP de Junho/21 a Junho/22

08/08/2022 11:03:00

Desde o início da pandemia do novo coronavírus (COVID-19), a Secretaria de Planejamento e Gestão - SEPLAG investiga os impactos socioeconômicos da propagação desta doença, buscando também fornecer subsídios para a tomada de decisões no enfrentamento da crise em nível local. Além do relatório “A situação dos trabalhadores em Osasco no contexto da pandemia de COVID-19”, disponível na seção Publicações, no item Estudos Demográficos e Socioeconômicos, a secretaria tem publicado edições do relatório “Estatísticas do emprego formal em Osasco”, elaborado a partir dos registros do Novo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério da Economia). O relatório será divulgado mensalmente ou conforme os registros do Novo CAGED forem disponibilizados.

De junho de 2021 a junho de 2022, o saldo entre admissões e demissões em Osasco foi positivo, sofrendo um revés em dezembro de 2021, acompanhando a tendência nacional, em janeiro, março e junho de 2022. Em média, o saldo positivo foi de magnitude maior que o apurado nos meses com registro negativo. Observou-se que, em média, o patamar de 2022 está aquém do registrado em 2021, quando Osasco foi destaque nacional na geração de empregos.   

O estoque de empregos em Osasco apresentou um aumento de 10,3% em um ano. A partir de novembro/21, verificou-se pouca variação no total de vínculos empregatícios, fechando o mês de junho/22 com 177.150 empregados formais.

No mês de janeiro/22, houve uma considerável queda no saldo de empregos, quando o balanço apontou -614 empregos formais. Em abril e maio, o saldo voltou a ser positivo, mas em junho o balanço cai para -9. Quanto às movimentações de 2022, o saldo é de 1.747, correspondendo aumento de 1% em relação ao total do ano anterior.

O cenário de retomada do emprego tornou-se mais consistente em 2021. Em julho/21, os vínculos formais chegaram a crescer 3,14%, quando Osasco contou com 10.959 admissões contra 5.907 desligamentos, gerando um saldo de 5.052 empregos. Até novembro/21, o saldo seguiu positivo, perdendo fôlego em dezembro/21, quando as demissões sobrepuseram as admissões, com saldo de -348 vínculos.         

De junho/21 a novembro/21, os setores de Comércio e Serviços foram os que mais contribuíram para geração de empregos em Osasco, com saldos de 3.907 e 13.342 no período, respectivamente. A partir de dezembro//21, esse movimento oscilou. O setor de Serviços retomou tendência positiva em abril/22 e fechou o mês de junho/22 com saldo de 706 empregos. No período de um ano (junho/21 a junho/22), destacaram-se as atividades econômicas do setor de Serviços, com saldo acumulado de 13.439 vínculos empregatícios. Já os setores de Comércio, Construção e Indústria contribuíram com saldos de 2.052, 301 e 686 empregos formais.      

Na análise detalhada por sexo, grupos de idade e escolaridade, observou-se uma variação mais acentuada quanto à empregabilidade da mulher. No período de um ano, apurou-se um saldo ligeiramente maior dos empregos conquistados pelo sexo feminino, com 10.146 vínculos formais, enquanto que o balanço das vagas ocupadas por homens foi de 8.221 no acumulado. O perfil dos trabalhadores mais prejudicados pelo desemprego decorrente da crise econômica criada pela pandemia é de 50 anos de idade ou mais e com escolaridade até o Ensino Médio incompleto.

Veja as estatísticas completas na seção Publicações, no item "Estudos Demográficos e Socioeconômicos" e visite a página da SEPLAG para acompanhar os estudos e análises que a Secretaria de Planejamento de Osasco vem realizando sobre o impacto da pandemia de COVID-19 na cidade.

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O mercado de trabalho de Osasco durante a pandemia de COVID-19 - Novembro/2020

26/01/2021 17:12:00

Desde o início da pandemia do novo coronavírus (COVID-19), a Secretaria de Planejamento e Gestão - SEPLAG vem se dedicando a investigar os impactos socioeconômicos da propagação desta doença e a fornecer subsídios para a tomada de decisões no enfrentamento da crise em nível local. Além do relatório “A situação dos trabalhadores em Osasco no contexto da pandemia de COVID-19”, disponível  na seção Publicações, no item Estudos Demográficos e Socioeconômicos, a secretaria está publicando uma nova edição do “Relatório sobre as estatísticas do emprego formal em Osasco”, elaborado a partir dos registros do Novo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério da Economia). O relatório será divulgado mensalmente, conforme os registros do Novo CAGED forem disponibilizados.

O saldo de empregos em Osasco apresentou grandes oscilações em 2020. Uma queda abrupta foi registrada em março, com saldo de -1.876 vínculos de empregos formais, que se aprofundou em abril, mês que marcou o menor saldo do ano: -3.647 vínculos. Em maio o saldo também foi negativo, mas com resultados melhores que no mês anterior, com crescimento das admissões e queda das demissões, registrando -1.594 vínculos formais de trabalho. Estas variações resultaram numa queda de -4,5% do estoque de empregos, que no início do ano era de 145.391 e em maio de 138.895.

O cenário de retomada do emprego passou a ser vislumbrado a partir de maio, com um suave crescimento até o mês de novembro, em que se alcançou um estoque de 144.006 vínculos. No período de maio até novembro, o crescimento do estoque de empregos formais foi de 3,7%, o que corresponde à abertura de 5.111 postos de trabalho formais na cidade, sendo julho o único mês em que as demissões sobrepuseram as admissões, com saldo de -205 vínculos. O mês de novembro representou a maior retomada de 2020, com saldo de 2.773 vínculos

Todavia, analisando o período de janeiro até novembro de 2020, registrou-se para Osasco o saldo de -1.384 vínculos formais de trabalho, que representa uma variação relativa de -0,95% no saldo de empregos.

Os setores mais impactados com a redução de empregos formais na cidade durante o ano de 2020 são aqueles que correspondem às maiores atividades econômicas de Osasco, Serviços e Comércio, mas em novembro tiveram um aumento acentuado de admissões e queda nas demissões, resultando nos saldos de -398 e -540, respectivamente. A Indústria registrou saldo de -477 vínculos de trabalho e a Construção, o único com valores positivos, com 32 empregos entre janeiro e novembro de 2020.

A análise detalhada sobre sexo, grupos de idade e escolaridade, demonstra que o perfil típico dos trabalhadores mais prejudicados pelo desemprego decorrente da crise econômica criada pela pandemia é de mulher, 40 anos de idade ou mais e com menor escolaridade (até Ensino Médio).

Veja o estudo completo na seção Publicações, no item "Estudos Demográficos e Socioeconômicos" e visite a página da SEPLAG para acompanhar os estudos e análises que a Secretaria de Planejamento de Osasco vem realizando sobre o impacto da epidemia de COVID-19 na cidade.

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O mercado de trabalho de Osasco durante a pandemia de COVID-19 - Outubro/2020

10/12/2020 11:41:00

Desde o início da pandemia do novo coronavírus (COVID-19), a Secretaria de Planejamento e Gestão - SEPLAG vem se dedicando a investigar os impactos socioeconômicos da propagação desta doença e a fornecer subsídios para a tomada de decisões no enfrentamento da crise em nível local. Além do relatório “A situação dos trabalhadores em Osasco no contexto da pandemia de COVID-19”, disponível  na seção Publicações, no item Estudos Demográficos e Socioeconômicos, a secretaria está publicando a primeira edição do “Relatório sobre as estatísticas do emprego formal em Osasco”, elaborado a partir dos registros do Novo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério da Economia). O relatório será divulgado mensalmente, conforme os registros do Novo CAGED forem disponibilizados.

O saldo de empregos em Osasco apresentou grandes oscilações em 2020. Uma queda abrupta foi registrada em março, com saldo de -1.839 vínculos de empregos formais, que se aprofundou em abril, mês que marcou o menor saldo do ano: -3.620 vínculos. Em maio o saldo também foi negativo, mas com resultados melhores que no mês anterior, com crescimento das admissões e queda das demissões, registrando -1.607 vínculos formais de trabalho. Estas variações resultaram numa queda de -4,4% do estoque de empregos, que no início do ano era de 145.391 e em maio de 138.968.

O cenário de retomada do emprego passou a ser vislumbrado a partir de maio, com um suave crescimento até o mês de outubro, em que se alcançou um estoque de 141.437 vínculos. No período de maio até outubro o crescimento do estoque de empregos formais foi de 1,8%, o que corresponde à abertura de 2.469 postos de trabalho formais na cidade, sendo julho o único mês em que as demissões sobrepuseram as admissões, com saldo de -196 vínculos. 

Todavia, analisando o período de janeiro até outubro de 2020, registrou-se para Osasco o saldo de -3.954 vínculos formais de trabalho, que representa uma variação negativa de -2,72% no saldo de empregos.

Os setores mais impactados com a redução de empregos formais na cidade durante o ano de 2020 são aqueles que correspondem às maiores atividades econômicas de Osasco, Serviços e Comércio, com perda de 2.072 e 1.342 empregos, respectivamente. A Indústria registrou saldo de -619 vínculos de trabalho e a Construção, o único com valores positivos, ganhou 81 empregos entre janeiro e outubro de 2020.

 

Veja o estudo completo na seção Publicações, no item "Estudos Demográficos e Socioeconômicos" e visite a página da SEPLAG para acompanhar os estudos e análises que a Secretaria de Planejamento de Osasco vem realizando sobre o impacto da epidemia de COVID-19 na cidade.

 

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A situação dos trabalhadores em Osasco no contexto da pandemia de COVID-19

15/07/2020 15:25:00

Análise destaca as proporções de trabalhadores em setores vulneráveis, os impactos da pandemia sobre o mercado de trabalho e os valores injetados no município por meio dos programas federais de transferência de renda

Além dos efeitos altamente nocivos à saúde das pessoas, a pandemia do novo coronavírus (COVID-19) também tem atingido de maneira negativa a economia. Desde março de 2020, quando os primeiros casos da doença foram registrados em Osasco, a equipe técnica da Secretaria de Planejamento e Gestão (SEPLAG) vem realizando esforços para compreender os impactos socioeconômicos da crise da COVID-19 sobre o município de Osasco.

De maneira a tornar estas análises disponíveis para a população, a SEPLAG divulga o relatório “Emprego, Vulnerabilidade e Acesso a Benefícios Assistenciais: a situação dos trabalhadores em Osasco no contexto da pandemia de COVID-19”, que pode ser acessado na seção Publicações, no item "Estudos Demográficos e Socioeconômicos". 

O relatório é dividido em três partes: a primeira busca compreender a vulnerabilidade do emprego dos trabalhadores em diferentes setores da economia no contexto da pandemia; a segunda detalha as estatísticas do emprego formal em tempos de COVID-19; por fim, a última apresenta os valores que os programas de transferência de renda do Governo Federal injetaram na economia municipal, por meio da população beneficiária.

Trabalhadores em situação de vulnerabilidade no contexto da pandemia

Partindo de análises originalmente elaboradas para o Brasil como um todo pela Rede de Políticas Públicas e Sociedade, a equipe da SEPLAG estimou que 53% dos trabalhadores de Osasco experimentam algum nível de vulnerabilidade em seus empregos em razão da pandemia. Dentre os setores de atividade econômica mais afetados, estão: os serviços domésticos, cabeleireiros e salões de beleza, construção de edifícios e os restaurantes, lanchonetes e outros serviços de alimentação e bebidas. 

Estatísticas sobre o mercado de trabalho em Osasco

Com o retorno da divulgação dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) no final de maio, tornou-se possível monitorar os efeitos da pandemia sobre o mercado de trabalho formal osasquense. O primeiro bimestre de 2020 foi marcado por um pequeno crescimento do número de empregos em relação ao estoque do início do ano. Entretanto, observando a evolução até maio, registrou-se uma queda de 4,6% no estoque de empregos (o que representa uma perda de 6.769 vínculos empregatícios). Mais do que o aumento das demissões, observa-se uma redução no nível de admissões, sugerindo que as empresas preferiram em alguma medida manter o quadro de empregados e suspender a contratação de novos trabalhadores.

O Auxílio Emergencial e os demais benefícios federais recebidos pela população

Para minimizar os efeitos da pandemia sobre os trabalhadores mais vulneráveis, o Congresso Nacional aprovou no fim de março de 2020 o Auxílio Emergencial, que entre abril e maio já injetou na economia de Osasco cerca de R$ 100 milhões. 

Considerando também outros programas federais de transferência de renda, como o BPC - Benefício de Prestação Continuada e o Bolsa Família, entre março e junho de 2020, um total de R$ 150 milhões já foram destinados à beneficiários residentes em Osasco, recursos que contribuem para amenizar os efeitos da crise econômica que atinge a cidade em razão da epidemia de COVID-19.

Veja o estudo completo na seção Publicações, no item "Estudos Demográficos e Socioeconômicos" e visite a página da SEPLAG para acompanhar os estudos e análises que a Secretaria de Planejamento de Osasco vem realizando sobre o impacto da epidemia de COVID-19 na cidade.

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